meias verdades
Ela é estranha. Tem olhos hipnóticos. E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém, que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. (Caio Fernando Abreu)

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29/05/2012 @ 17:37
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Imagino como poderia ter sido diferente e feliz…

29/05/2012 @ 12:37 com 0 notes

29/05/2012 @ 12:37
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Eu não sou uma menina feliz. Pelo menos, não mais. Quando eu era criança, talvez fosse a mais feliz do mundo. Mas agora, não sou mais. Pra começar, porque algumas das pessoas que mais amo no mundo estão longe de mim. Não me sinto bem comigo mesma. Tem dias que me sinto um lixo. Queria ter alguém que levantasse minha auto-estima. Um amigo ou coisa parecida. Mas não tenho amigos. Queria ter alguém pra ir andar comigo, ficar um dia aqui em casa conversando, pra me escrever uma carta, ou ate mesmo um bilhete no Dia do Amigo ou no meu aniversário… Queria ter alguém em que pudesse confiar, que me ajudasse. Aqui em casa, as coisas estão tão chatas, que de vez em quando me dá vontade de sumir. Não sei pra quê ainda escrevo essas coisas, mas me sinto um pouco aliviada com meus problemas escritos. Já que não tenho ninguém pra conversar, escrevo. Eu queria ter algum motivo pra ser feliz. Nunca tenho motivação alguma. Nunca tenho algum lugar pra ir. Nem uma pessoa pra vir me visitar. Nunca tenho nada de divertido pra fazer. Nunca recebo um elogio de alguém. Ninguém senta pra conversar comigo, pra perguntar se estou bem, ou como foi meu dia. Não tenho nenhum incentivo e nenhum propósito de vida. Acho que na verdade, não faço nenhuma diferença pra ninguém. — es-cri-tos  (via es-cri-tos)

29/05/2012 @ 11:53
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A sua cara de que “não é comigo” vai muito bem com a minha máscara da agressividade que acredita que tudo é comigo. — Tati Bernardi   (via perco-me)

28/05/2012 @ 19:17
com 5,729 notes

A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas? — Caio Fernando Abreu   (via eucanseideserbobo)

28/05/2012 @ 19:04
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Se eu tivesse tomado um atalho, uma rua estreita qualquer, que tipo de pessoa eu teria me tornado? Não sei. Mas gostaria muito de saber. Pelo retrovisor, vejo todas as pessoas que eu poderia ter sido e não fui. — O Teatro Mágico  (via re-can-to)

28/05/2012 @ 17:52
com 258 notes

Eu sou feito de sonhos interrompidos, detalhes despercebidos, amores mal resolvidos. Sou feito de choros sem ter razão, pessoas no coração, atos por impulsão. Sinto falta de lugares que não conheci, experiências que não vivi, momentos que já esqueci. Eu sou amor e carinho constante, distraída até o bastante, não paro por instante. Já tive noites mal dormidas, perdi pessoas muito queridas, cumpri coisas não-prometidas. Muitas vezes eu desisti sem mesmo tentar, pensei em fugir para não enfrentar, sorri para não chorar. Eu sinto pelas coisas que não mudei, amizades que não cultivei, aqueles que eu julguei, coisas que eu falei. Tenho saudade de pessoas que fui conhecendo, lembranças que fui esquecendo, amigos que acabei perdendo. Mas continuo vivendo e aprendendo. — Martha Medeiros (via cerimoniais)

27/05/2012 @ 19:56
com 6,585 notes

Não gosto de você. Não gosto de você. Porque se eu gostar de você, eu sei que você vai embora. — Tati Bernardi  (via verborragias)

27/05/2012 @ 19:56
com 507 notes

Uma vez na vida, se tiver muita sorte, vai conhecer a pessoa que dividirá sua vida, em o tempo antes dela, e o tempo depois dela. — Ironias do Amor  (via forgettingthelove)

27/05/2012 @ 19:51
com 154 notes

Eu tenho que ser minha amiga, senão não aguento a solidão. Quando estou sozinha procuro não pensar porque tenho medo de de repente pensar uma coisa nova demais para mim mesma. Falar alto sozinha e para “o quê” é dirigir-se ao mundo, é criar uma voz potente que consegue - consegue o quê? — Clarice Lispector (via congestus)

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